quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Beleza é Magreza?
Em nome da beleza perde-se quilos...
Em nome da beleza perde-se Sáude...
e Ganha-se a morte.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Gordura é Formosura?
O facto de estarmos habituados a ouvir falar sobre a obesidade, ou o ser gordo tem tudo a ver com conceitos e valores culturais de cada sociedade. Estes conceitos vão-se transformando á medida que as sociedades evoluem. Nos nossos antepassados “ser gordo” era um privilégio, se assim o podemos chamar, era termo distintivo pois aqueles que tinham trabalho duro, alimentação pobre e sem luxo era conferida a silhueta esquelética. Assim o ser “gordinho” eram aqueles que não precisavam de trabalhar e que estavam bem na vida.
No entanto entre esta classe era distinguido os gordinhos dos grandes obesos, a estes últimos eram denominados como gulosos, o escândalo e o desconforto.
“A gordura, mais ou menos discreta ou evidente, atributo de poderio e riqueza, acabaria por inspirar artistas a ser apreciada como bela” (Peres, 2000, p.13). Assim surgiu a antiga lengalenga,”gordura é formosura”, e esta frase perdurou em alguns séculos onde se pode ver em algumas obras renascentistas.
Numa fase em que os países começam a desenvolver-se, tal como Portugal a partir do momento em que o poder compra aumenta, a primeira coisa que fizeram foi comer e beber sem controlo, inicialmente batata, arroz, pão, cerveja carne e doçaria, actualmente á uma alteração marcada com o aparecimento de “comidas alternativas” aquilo que designa-se por fast food, refrigerantes, batatas frita, entre outros. Deixou-se de preservar os horários das refeições, os transportes públicos substituem a bicicleta e o andar a pé, aparecimento da televisão que substitui as brincadeiras de rua nas crianças. Estes factores apenas alguns que poderão representar o aumento do número de pessoas obesas ou com excesso de peso.
As exigências sociais, culturais e até mesmo da medicina introduziram um novo conceito de beleza, o de ser magro. Não podemos ver esta questão apenas por modas mas também, temos de ter em conta a saúde, e pelo visto está mais que provado que ser magro (não excessivamente) aumenta a esperança média de vida.
Por vezes somos tão influenciados pela moda e pela comunicação social, que na adolescência, refiro-me particularmente às miúdas, se entra nas conhecidas dietas loucas, como se perder peso fosse uma profissão ou fizesse parte da ordem do dia e começamos a falar de um problema, o da anorexia.
Não me querendo alargar muito, queria apenas referir que não há um peso ideal, á uma média que consoante a nossa estatura (larga ou estreita), com a sexualidade (homem ou mulher), com a idade e com a constituição muscular, vai variar de pessoa para pessoa. Isto é existem o MCA (peso ÷ altura) mas não pode ser levado á risca, porque cada caso é um caso. Dentro dos padrões que são determinados normais não é por exceder um ou dois quilos que é considerado obeso. O importante, é conseguirmos manter o mesmo peso, porque as variações de peso não são saudáveis, para além da pele ficar flácida e com estrias (se for caso de emagrecer de forma abrupta) e ou então rasgar e formar estrias vermelhas (engordar de uma forma abrupta).
Por vezes emagrecer de uma forma abrupta significa uma falsa magreza, porque deixar de comer porque estou gordo ou porque tenho de perder x quilos nesta semana ou mês, pode significar carências nutricionais que o organismo precisa. Queda de cabelo, unhas fracas, ossos fracos, falta de concentração são alguns dos sinais deste querer perder peso sem consciência. Emagrecer deve ser um processo lento, não é cortar nas refeições mas sim variar, e substituir os alimentos menos bons por outros, e tentar fazer várias refeições ao longo dia e não esquecer o exercício físico. É um processo difícil, mas se não for feito desta forma, acabamos por fragilizar o nosso organismo.
As modas somos nós que as fazemos, devemos sim sentirmo-nos bem com aquilo que vemos, o que eu acho importante ter em conta a saúde, porque ter quilinhos a mais não significa necessariamente que somos gordos ou obesos.
Em suma…
“Emagrecer nem é enfraquecer nem sofrer privações debilitantes e destruidoras. Não é só perder peso. É harmonizar a constituição corporal e ganhar saúde.” (Peres, 2000, p. 21).
Cláudia Martins
Referência bibliográfica:
Peres, Emílio (2000). Emagrecer. Porque se engorda e como se emagrece. 4ª edição, Caminho.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Pandemia de Lucro - Gripe A
se podia prevenir com um simples mosquiteiro. Os noticiários, disto
nada falam!
No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se
poderia evitar com um simples soro que custa 25 cêntimos. Os
noticiários disto nada falam!
Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas,
provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano. Os noticiários
disto nada falam!
Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves os
noticiários mundiais inundaram-se de noticias: Uma epidemia, a mais
perigosa de todas. Uma Pandemia!
Só se falava da terrífica enfermidade das aves.
Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas,
em 10 anos, 25 mortos por ano.
A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio
milhão contra 25.
Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a
gripe das aves?
Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande:
A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú vendeu
milhões de doses aos países asiáticos.
Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico
comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população. Com a gripe
das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas
que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro!!!
-Antes com os frangos e agora com os porcos.
-Sim, agora começou a psicose da gripe A. E todos os noticiários do
mundo só falam disso.
-Já pouco se fala da crise económica e muito pouco de outros assuntos.
-Só a gripe A, a gripe dos porcos.
-Se atrás dos frangos havia um "galo" atrás dos porcos não haverá um
"grande porco"?
A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O
principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem
sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush,
artífice da guerra contra Iraque!!!
Os accionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão a esfregar as
mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o
duvidoso Tamiflú.
A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários
da saúde.
Não se nega as necessárias medidas de precaução que estão a ser
tomadas pelos países.
Mas se a gripe A é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de
comunicação. Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com
esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde
pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para
combatê-la?
Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos
genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa
seria a melhor solução.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
História e evolução do Preservativo
Os preservativosde látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.
A evolução tem sido crescente e a informação também, hoje em dia conseguimos adquirir preservativos em qualquer supermercado, farmácia e ainda de forma gratuita em Centros de saúde, em algumas Escolas e em alguns bares e discoteca. Hoje em dia não há desculpa para não se usar o preservativo, para além de protegermos a saúde (HIV, hepatites entre outas), evitamos o que vulgarmente se chama "acidentes", isto é, gravidez indesejada.

